Fala
na
cara!
Vamos!
Caráter!
Coragem!
Acho
que
seria
digno.
domingo, 11 de novembro de 2007
Digno
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Kaline Rossi
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sábado, 10 de novembro de 2007
Delicinhas
Me afogo em rios cremosos branquinhos feito neve, feitos de leite.
Doces feito doce. Gelados e com delicinhas marrons crocantes
Delicinhas cheias do meu paraíso particular
O prazer que dá é ímpar, único.
E bom demais!
É tudo que eu preciso agora: Glicose, Galactose, Serotonina baby, serotonina!!
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Kaline Rossi
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12:47
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sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Over and Over again
E começa tudo denovo. Os olhares , as risadas, as piadas mal contadas. Começam os burburinhos e as especulações começam os desvios, as cortadas e as decepções.
Começam as restrições e as vezes, vozes evitadas. As vozes no meu ouvido, as vozes que não dizem nada, que nada significam. Começam as amostras de si mesmo, do verdadeiro eu. Do ego e do sarcasmo. Começam as noites em casa e terminam em casa, como sempre, sozinha e regadas de lágrimas de raiva. Pobre travesseiro. Nova temporada .
Enfim o início de tudo que eu já sei o fim, mas dess avez eu não estou mais nem aqui e nem aí.
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Kaline Rossi
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23:58
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Pobres
E do resto, nada sei!
A dor é o resto
De rimas pobres,as minhas
Que tentam descrever-me de forma sucinta e imprecisa
Tentam me entregar covardemente
Estão nos pensamentos sujos
Que saem das mentes sujas
E nas bocas
A língua com veneno
E a saliva como adoçante pro gosto amargo
Pra adoçar o ego
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Kaline Rossi
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13:40
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Reflexões de vida - Que não servem para nada
Hj eu acordei com uma música grudentíssima na cabeça.
(Eu também ouço essas coisas -de vez em quando.)
A música fala sobre garotos, garotas que antes mesmo de viver algo já preveem o fim. O carinha feinho gosta da bonitinha e diz :
They'll have you suicidal, suicidal / When they say it's over.
Como assssiiiiimm?
Tá certo que essas coisas acontecem sim, não vou dizer que não é normal por que vez ou outra aparecem notícias de pessoas que se suicidaram e posso afirmar que esse tipo de comportamento é reflexo da sociedade em que vivemos, aonde a beleza, o dinheiro, a falta de valores familiares, falta de respeito com o próximo , drogas e tudo mais, imperam na cabeça das pessoas, seja diretamente ou indiretamente.
Eu fico triste com isso - fico triste por que as vezes eu me pego agindo dessa forma sempre com medo, receio de tudo e acabo perdendo e deixando de viver momentos ímpares na vida - acho que as pessoas devem ser o que são sem medo de ser feliz. Dizer, fazer, ser independentemente de um possível fim, uma possível decepção, frustração. Mas claro, sempre com cautela, não é pra ir se jogando nos braços de qualquer unzinho(a) e fazendo juras de amor eternas e tudo mais. Cada um tem seu bom senso e sabe (pelo menos supõe-se que saiba) o que é melhor pra si.
Eu já disse, tô fora de medo! tô fora de receio e paranóias e outras dúvidas!
(hip!)
Égua da auto-ajuda.
*que decadência esse me bológui.
Beautiful girl
Sean Kingston
http://www.youtube.com/watch?v=Lt6o8NlrbHg
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Kaline Rossi
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08:15
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Chaves
Está passando Chaves na tv!
Quanto tempo que eu não assitia!Deu saudades da minha infância/adolescência.
Eu me lembro que quando estava no 3° ano, eu jurei que ia comprar um box que tinha todas as temporadas do Chaves e Chapolim. Nem comprei.
Chaves fez parte da minha vida.Quando eu não tinha o que fazer( eu nunca tinha o que fazer ) ficava em casa a tarde assitindo televisão. Não, eu não tinha outro entretenimento, não tinha o hábito de ler. Sempre fui meio anti-social e não tinha amiguinhas, morava em uma rua movimentadíssima (Avenida Ceará), não tinha visinhos, nem praça pra correr, nem cachorro pequeno.
Tinha a minha irmã (3 anos mais nova que eu) mas na época eu queria matá-la, jogá-la no meio da rua aonde os carros passavam em alta velocidade e assisti-la agonizar com aqueles olhos invejavelmente azuis. Tinha bicicleta e um par de patins pra andar na calçadinha de 3 metros. Andar sozinha. Tinha uma casinha de boneca de madeira, na qual eu brincava. Sozinha.
Estudava em um colégio protestante perto da minha casa - Presbiteriano João Calvino - e não tínhamos festinhas como juninas,de santos, de nada. Não que eu fosse católica fervorosa( até pq o colégio era protestante) é que naquela época, qualquer evento social aonde teriam pessoas comendo, conversando, fazendo o que fosse, eu queria estar no meio.Mesentia bem ao estar perto , por mais que não conseguisse me socializar dignamente. EU NUNCA DANCEI QUADRILHA!
Eu era tão idiota, que todos os anos eu ia às festinhas juninas dos colégios próximos ao meu como o Meta e Dom Pedro, só pra me realizar vendo as pessoas que eu conhecia (de vista) dançarem quadrilha com suas roupas lindas ( eu achava linda, oras.coloridas, retalhadas, costumizadas, um luxo!) com seus parezinhos,duplinhas que as vezes eram paquerinhas que aproveitavam a situação para estarem mais perto uns dos outros. Eu sempre quiz ter um parzinho. =(
Ó Deus,sou uma frustrada!
Ó Deus, sou uma velha cocó!
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Kaline Rossi
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13:04
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I just don't know what to do with myself - Listras Brancas
http://www.youtube.com/watch?v=zS5fkPFUskQ
Sweet!paaaaaaan
Love! paaaann
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Kaline Rossi
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07:39
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Horas
eu estava andando pela rua, em cima da calçada
eu estava andando
estava ouvindo a música, mais especificamente a bateria virtuosa
eu estava ouvindo
eu estava olhando o céu e o formato das nuvens lindamentes moldadas por não sei quem
por mãos divinas - eu respondi
eu estava olhando
admirando os tons azulados, os raios amarelos sairem do astro rei preencherem todo o espaço em que eu me encontrava em movimento.Vento, movimento e inércia.
eu estava admirando
eu estava sentindo uma coisa ruim no estômago. no estômago não, um pouco mais acima. é, acho que era no coração.Dorzinha ruim, persistente que só passou ao pensar que mais tarde era hora.
eu estava sentindo que a hora estava mais próxima e eu não tinha mais como contar as horas.
eu estava ansiosa.
Quando chegou a hora tão esperada - 9:30 pm- eu me vi sentindo a mesma coisa que estava sentindo antes, mas agora era pior, por que eu sabia que a hora estava acabando e eu ir ter que ir pra casa
pelo portão
pela rua
pelas calçadas
olhando o céu não mais claro
ouvindo não mas batuques, e sim corujas e os sons da noite
e começar a contar as horas de novo.
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Kaline Rossi
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Agora mais do que nunca, tornou-se aquilo que sempre soube ser.
Não se tornou, apenas mostrou ser alguém que não sabe fazer as coisas certas, na hora certa, no lugar certo, com a pessoa certa.Não sabe fazer as coisas acontecerem do jeito que gostaria muito menos do jeito que era pra ser , nem consigo mesma. Sofre e sofre com força.Como sempre.
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Kaline Rossi
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04:45
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domingo, 4 de novembro de 2007
Madrugadas
As noites não têm mais madrugadas, eu não tenho hora pra ir pra casa. Madrugada pra mim é dia, dia de te ver pois, as noites são contínuas e de repente é tarde. Já é cedo.Já amanheceu .Nem fome, nem sono e nem vontade de ir pra casa eu sinto por que as horas não passam quando estou a olhar seus olhos pequenos olharem para os meus. E de repente já raiou o dia e eu não consigo durmir.Tu se faz presente em cada pensamento que eu tento desviar.Tento enganar a mim mesmo, buscando alternativas lógicas e racionais. Não, eu não sou assim.E em meus sonhos, nós de mãos dadas sentindo a energia das nossas peles fluir formando algo mágicoAlgo bom. Algo muito bom.E aos ouvidos, música boa. Muito boa. Daquelas em que a alma sai do corpo, a mente viaja e parece acompanhar cada beat, cada nota, cada grave. Com animais cantando e correndo lá fora, o cheiro de chuva ainda é forte que misturado ao teu cheiro, me intorpece.Boa noite. Mas ainda é cedo e eu não quero ir.Me deixa ficar aqui, desse jeito, com você. Deixa eu te olhar e congelar esses seus olhos e sua boca na minha memória pra sempre. Sempre que eu não puder te ter,eu me contentar apenas em te ver, de longe, de dentro
Da minha cabeça.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Pelos olhares trocados e pela vontade de rir
Pelos beijos bem dados e a ilusão de sentir
Pelas palavras atiradas tão duras que chegam a ferir
Até jorrar o sangue vermelho e sujo
Assim como a vontade de te ter e de sair correndo
como uma criança que acha um brinquedo novo e esconde pra que ninguém pense que não é dela mesmo.
Lágrimas rolando e pensamento alados
Palavras curtas, nomes curtos dissonantes. (di)sílabos.
Esquecer ou jogar no rio
Escrever o que se viu e deixar que o vento leve ou queime
Até que que se transforme em cinza e perca a cor do desejo
E vire pó
Vire branco
vire nada
vire só.
O cinza da memória
Clareia
O vermelho do desejo
Incandeia
O branco
Se limpa
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Kaline Rossi
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Abraça-me , mas não como amigo.
Composição Blush Azul / Walquiria Raizer.
Abraços de monstros caídos
Abraça-me hoje porque hoje preciso de ti
porque os amores partidos são sempre os que nos doem mais
abraça-me hoje como se eu fosse partir
porque os amores partidos são sempre os que nos doem mais
não pergunte o que foi
não diga que vai passar
porque nada passa
nada passa
abraça-me, mas não como amigo
abraça-me como se o mundo nada mais fosse do que abraços de monstros caídos
de monstros caídos
não pergunte o que foi
não diga que vai passar
porque nada passa
nada passa
abraça-me e não me olhe nos olhos
porque os olhos, querido, são sempre o que me acabam primeiro
primeiro
*ouça:
http://www.myspace.com/blushazul
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Kaline Rossi
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Não.
Eu não.
Quero.
Eu quero.
Não, eu não quero.
Vou ali vestir minha alma de floresteira e decorar alguns textos.
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Kaline Rossi
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domingo, 28 de outubro de 2007
Bom Dia
E o dia amanheceu mais bonito com a lua lá em cima ainda.
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Kaline Rossi
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sábado, 27 de outubro de 2007
Chá
Quero um chá.Chá de sumisso dos bem amargos para ver se passa essa coisa ruim.Que eu possa vomitar o desgosto e a sujeira dentro de mim.
O egoísmo e a frieza verde não os quero mais. Sai daqui, sai de mim, ajuda eu (hahaha).
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Kaline Rossi
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09:56
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