quinta-feira, 28 de abril de 2011
Da organização processual mental.
Postado por
Kaline Rossi
às
14:53
0
comentários
segunda-feira, 4 de abril de 2011
sem fundo,mar.
olhei, encolhi os olhos, forcei a vista que vive cansada mas não consegui nada além de ver verde nos olhos de mar sem fundo. ainda bem.
Postado por
Kaline Rossi
às
16:14
0
comentários
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
lembro como sobrevivi à última chuva da penúltima primavera. tinha gosto de liberdade.
Postado por
Kaline Rossi
às
10:48
1 comentários
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
uhú uôô
Postado por
Kaline Rossi
às
17:21
0
comentários
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
verde. era só o que se via. pasto. era só o que comia. tristeza. era o que vivia, Catarina.
Postado por
Kaline Rossi
às
17:16
0
comentários
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
de repente percebi que me sobram orelhas
Postado por
Kaline Rossi
às
18:08
1 comentários
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Postado por
Kaline Rossi
às
09:21
0
comentários
domingo, 12 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Do dia que te vi na rua
Teria sido melhor se eu ao invés de desviar o olhar, desviasse o carro e batesse na primeira latrina, no primeiro poste que estivesse pela frente. Aí sim eu teria motivos para sentir dor. Enganaria meu cérebro, deslocaria as sinapses para a testa batida no volante, ou pra perna amassada pelas ferragens, ou para as orelhas atingidas pelos estilhaços do vidro. Aí sim eu teria motivo para doer à vontade e deixaria minha gastrite quieta pra sempre.
Se eu tivesse escolhido outro caminho, aquele que costumo ir... Mas não, logo hoje decidi fazer um percurso desconhecido só por que ouvi dizer que faz bem para o cérebro. Exercita. Deixa inteligente. Mas eu não quero ser inteligente. Quero só ser eu e em toda a miudeza dos pequenos grandes detalhes e defeitos pré-moldados.
Talvez eu devesse ter saído de bicicleta, mas o pneu dela está sempre murcho. Sempre, sempre, por mais que eu insista em deixá-lo apto para a minha próxima volta. Pensando bem, se eu tivesse saído de bicicleta também tinha te encontrado. Você está em todos os lugares. Nos orelhões, nas calçadas, nas vidraças, nas costas de meninos e homenzinhos em puberdade. Nas camisetas da Hering, nas cores que vejo pelas vitrines. Não adianta eu desviar o caminho. Sempre vai ter um quiosque que vende cachorro quente, sorvete, pipoca doce, pizza, sushi... que você gosta, assim como eu, de coisas que engordam. Pois é, somos dois falsos magros com cérebros gordos, mas eu só queria ser inteligente. É eu sei que disse que não queria ser, mas na verdade, no fundo mesmo, eu queria. Queria poder assistir filmes e ouvir músicas sem conectá-los aos meus sentimentos - olha a pretensão- como se os autores tivessem feito aquilo que vejo e ouço só pra mim. Sou burra, eu sei. Mas todo mundo acha que o que serve como carapuça, foi feito por encomenda.
Eu te vi na rua mas não desviei. Passei por cima e você nem me viu.
Postado por
Kaline Rossi
às
10:23
1 comentários
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
na plena flacidez dos meus antebraços, olho a face de uma senhora que passa na rua, a balançar pelancas, e vejo meu destino claro amórfico diante das pálpebras escurecidas por maquiagens de má qualidade.
Postado por
Kaline Rossi
às
15:16
0
comentários