Sou a flor que tenta alcançar o céu, que vem o vento e derruba.
sou como um céu tempestuoso.
nuvens negras. raios fulminantes.
sou tantas coisas que as vezes acho que preferiria ser como os outros:"nada".
daria menos trabalho.
das vezes que sou faca afiada nos olhos, sou ouvidos, mãos grossas de afago também.
não são falsos. JURO!
soou de ouvidos abertos. megafones reversos.
palavras atrapalhadas por dicção infantil.
sou língua nos dentes quebrados.
fungo devastador.
sou mancha que gruda na roupa.
sou dor.
sou pernas de um passo,torto, só.
dos rumos que eu gostaria de guiar.
sou amor.
volto pra flor.
lá do topo, quase livre.
com medo de livre ser. nunca mais voltar.
volto em semente.
volto na esperança de germinar o sorriso.
volto com braços e pernas.eu sempre volto.
sou galhos de pernas finas e pêlos a fazer.
sou semente latente esperando pra em ti florecer.
E de galhos abertos tento alcançar o céu. seu.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Sobre mim (aquele que não conjuga verbo)
Postado por
Kaline Rossi
às
15:42
4
comentários
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Passo adiante.
Eu passo por caminhos antigos
Outrora visitados
Onde era casa
hj é grama
Onde era árvore
hj é muro
Onde era calçada
Hoje é rua
A cada passo
Uma lembrança
A cada metro
Uma saudade
Os lugares vão se modificando
E fica difícil dizer
Que a vida não mudou também
Eu não sou a mesma pessoa que fui
Mas talvez eu continue sendo o que eu sou
Pelo mesmo motivo de ser
Sem mudar a essência
Tudo permanece sendo
O que se foi destinado pra ser
A gente muda o caminho
Muda a cor
Muda os olhos
Mas não se muda aquilo que se é.
Muda as mãos
Muda o sorriso
Mas não muda aquilo que se quer.
Postado por
Kaline Rossi
às
18:41
4
comentários
sábado, 26 de julho de 2008
Cores, vai. Cores!
pr'essa minha vida
que eu tenho pressa
pra ser vivida
ao invés de (a)traída.
Postado por
Kaline Rossi
às
21:36
1 comentários
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Glup!( engolindo seco)
Sorte de hoje: Você escapará por um triz de um problema sério
Postado por
Kaline Rossi
às
17:12
3
comentários
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Pro espaço!
Eu gostaria que o meu inferno astral não fosse aqui, na terra.
Postado por
Kaline Rossi
às
15:57
1 comentários
Me escondendo de mim
Postado por
Kaline Rossi
às
14:58
0
comentários
terça-feira, 22 de julho de 2008
Fantasia minha (baseada em fatos reais)
........................................
porque ainda há um coração aqui.
Postado por
Kaline Rossi
às
17:20
2
comentários
sábado, 19 de julho de 2008
Contém ml
O corpo humano é composto por 70 % de água.
Isso responde as minhas dúvidas sobre de onde sai tanta.
Postado por
Kaline Rossi
às
09:17
1 comentários
quinta-feira, 17 de julho de 2008
PLOC!
Sobrenome nuvem.Das que dão a sensação de paz.
Eu quero paz. A minha paz.
Quero o sobrenome amor: TRANQUILO.
Postado por
Kaline Rossi
às
08:13
5
comentários
terça-feira, 15 de julho de 2008
Das dores não acho que a minha é a maior.É só a que tenho.
Postado por
Kaline Rossi
às
08:24
1 comentários
Não me olhe com olhos mil. Se procurar um pouco, dentre as brumas e águas, tenho só dois.
Postado por
Kaline Rossi
às
07:55
0
comentários
Vomitspot.
Faço daqui, sim, privada suja para vômitos verbais. Verborragias com o sangue d'alma.
Postado por
Kaline Rossi
às
07:38
0
comentários
Pelos olhos rasgados.
Se pudesse fazia dessas palavras aqui, ponta de faca. Que entraria pelos olhos rasgando todos os nervos e vasos.Animal fatiado? Chegaria ao estomago. Ácido extremo. O faria regurgitar a saliva alheia que outrora(s) bebeu com a sede dos que há muito não veem fonte fresca. A sede da coca cola do deserto, já quente. A sede da água límpida da fonte. Água logo ao lado,fonte logo ao lado, sim. Mais conveniente não poderia ser. Quer dizer, até poderia. Dos sorrisos familiares, conforto. Da calçada agora, duplamente pisada, subterfúgio. Do portão da despedida, não mais exclusivo. Da varanda, risos. Daqui?Agora? Imensurável dor.A água da fonte que inunda a casa onde morava o amor,chega levando as flores transformando em horrores. Sonhos pesadelos intermináveis. Levam a água dos olhos que não se sabe mais de onde sai. Com a mesma faca, rasgaria cada célula da mão que toca a pele nova que, na mão, já é morta. Pois se o passado me condena. O teu presente é a minha pena de morte.
Postado por
Kaline Rossi
às
07:33
0
comentários
segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
Falo de mim.
Me mata aos poucos.
Me distrói o pouco de bom que (ainda) há.
Se não fosse eu
Seria mais fácil de resolver .
Se pelo menos alguém ouvisse um pedido de ajuda
Ou será que o grito está baixo demais?
Em sinal nulo ou submisso
Continua gritando-se pra dentro.
Postado por
Kaline Rossi
às
21:25
1 comentários
sábado, 12 de julho de 2008
Equinócio
Passo a noite em claro
nem acordo.
o dia ainda está escuro.
(!)
Postado por
Kaline Rossi
às
12:55
1 comentários


