pr'essa minha vida
que eu tenho pressa
pra ser vivida
ao invés de (a)traída.
Escrúpulos e divagações pétreas
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Kaline Rossi
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21:36
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Sorte de hoje: Você escapará por um triz de um problema sério
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Kaline Rossi
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17:12
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Eu gostaria que o meu inferno astral não fosse aqui, na terra.
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Kaline Rossi
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15:57
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Kaline Rossi
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14:58
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........................................
porque ainda há um coração aqui.
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Kaline Rossi
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17:20
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O corpo humano é composto por 70 % de água.
Isso responde as minhas dúvidas sobre de onde sai tanta.
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09:17
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Kaline Rossi
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08:13
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Das dores não acho que a minha é a maior.É só a que tenho.
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Kaline Rossi
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08:24
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Não me olhe com olhos mil. Se procurar um pouco, dentre as brumas e águas, tenho só dois.
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Kaline Rossi
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07:55
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Faço daqui, sim, privada suja para vômitos verbais. Verborragias com o sangue d'alma.
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Kaline Rossi
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07:38
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Se pudesse fazia dessas palavras aqui, ponta de faca. Que entraria pelos olhos rasgando todos os nervos e vasos.Animal fatiado? Chegaria ao estomago. Ácido extremo. O faria regurgitar a saliva alheia que outrora(s) bebeu com a sede dos que há muito não veem fonte fresca. A sede da coca cola do deserto, já quente. A sede da água límpida da fonte. Água logo ao lado,fonte logo ao lado, sim. Mais conveniente não poderia ser. Quer dizer, até poderia. Dos sorrisos familiares, conforto. Da calçada agora, duplamente pisada, subterfúgio. Do portão da despedida, não mais exclusivo. Da varanda, risos. Daqui?Agora? Imensurável dor.A água da fonte que inunda a casa onde morava o amor,chega levando as flores transformando em horrores. Sonhos pesadelos intermináveis. Levam a água dos olhos que não se sabe mais de onde sai. Com a mesma faca, rasgaria cada célula da mão que toca a pele nova que, na mão, já é morta. Pois se o passado me condena. O teu presente é a minha pena de morte.
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Kaline Rossi
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07:33
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Kaline Rossi
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21:25
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Passo a noite em claro
nem acordo.
o dia ainda está escuro.
(!)
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12:55
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Quer respirar outros ares?Vá de ônibus.Há muitos ares por lá.
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Kaline Rossi
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03:34
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Ando por calçadas passadas.
De cal. De poeira.
De cuspe dos mal educados.
De sangue dos mal afortunados.
Ruas calçadas de barro socado.
Ando por ruas de linhas tortas.
Ruas que o fim não vejo.
Ruas que nunca mais andaria. Jurei.
Entro por estacionamentos para passar o tempo.
Dou voltas fingindo a procura de vagas.
Vezes entro, compro um doce.
Se fumasse, compraria um cigarro.
Se não me fizesse sentir mais só:
Cerveja verde. Ou algo com limão.
Vezes dou mais uma volta e sigo por onde entrei.
Eu não tenho nada pra fazer naquele lugar.
Mas quando não tem aonde ir
Qualquer lugar me faz feliz,
O que frequentemente é rotina,
Até o estacionamento do supermercado
É rota final pro meu fim.
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Kaline Rossi
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19:45
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Há horas que é melhor calar-se e manter-se em silêncio. Os olhos já dizem tudo mesmo.
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Kaline Rossi
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13:00
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