Sorte de hoje: Você escapará por um triz de um problema sério
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Pro espaço!
Eu gostaria que o meu inferno astral não fosse aqui, na terra.
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Kaline Rossi
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15:57
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Me escondendo de mim
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Kaline Rossi
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Fantasia minha (baseada em fatos reais)
........................................
porque ainda há um coração aqui.
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Kaline Rossi
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17:20
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sábado, 19 de julho de 2008
Contém ml
O corpo humano é composto por 70 % de água.
Isso responde as minhas dúvidas sobre de onde sai tanta.
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Kaline Rossi
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09:17
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quinta-feira, 17 de julho de 2008
PLOC!
Sobrenome nuvem.Das que dão a sensação de paz.
Eu quero paz. A minha paz.
Quero o sobrenome amor: TRANQUILO.
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Kaline Rossi
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08:13
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terça-feira, 15 de julho de 2008
Das dores não acho que a minha é a maior.É só a que tenho.
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Kaline Rossi
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08:24
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Não me olhe com olhos mil. Se procurar um pouco, dentre as brumas e águas, tenho só dois.
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Kaline Rossi
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07:55
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Vomitspot.
Faço daqui, sim, privada suja para vômitos verbais. Verborragias com o sangue d'alma.
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Kaline Rossi
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07:38
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Pelos olhos rasgados.
Se pudesse fazia dessas palavras aqui, ponta de faca. Que entraria pelos olhos rasgando todos os nervos e vasos.Animal fatiado? Chegaria ao estomago. Ácido extremo. O faria regurgitar a saliva alheia que outrora(s) bebeu com a sede dos que há muito não veem fonte fresca. A sede da coca cola do deserto, já quente. A sede da água límpida da fonte. Água logo ao lado,fonte logo ao lado, sim. Mais conveniente não poderia ser. Quer dizer, até poderia. Dos sorrisos familiares, conforto. Da calçada agora, duplamente pisada, subterfúgio. Do portão da despedida, não mais exclusivo. Da varanda, risos. Daqui?Agora? Imensurável dor.A água da fonte que inunda a casa onde morava o amor,chega levando as flores transformando em horrores. Sonhos pesadelos intermináveis. Levam a água dos olhos que não se sabe mais de onde sai. Com a mesma faca, rasgaria cada célula da mão que toca a pele nova que, na mão, já é morta. Pois se o passado me condena. O teu presente é a minha pena de morte.
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07:33
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
Falo de mim.
Me mata aos poucos.
Me distrói o pouco de bom que (ainda) há.
Se não fosse eu
Seria mais fácil de resolver .
Se pelo menos alguém ouvisse um pedido de ajuda
Ou será que o grito está baixo demais?
Em sinal nulo ou submisso
Continua gritando-se pra dentro.
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Kaline Rossi
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21:25
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sábado, 12 de julho de 2008
Equinócio
Passo a noite em claro
nem acordo.
o dia ainda está escuro.
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12:55
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Outros ares.
Quer respirar outros ares?Vá de ônibus.Há muitos ares por lá.
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Kaline Rossi
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03:34
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segunda-feira, 7 de julho de 2008
(h)à esmo.
Ando por calçadas passadas.
De cal. De poeira.
De cuspe dos mal educados.
De sangue dos mal afortunados.
Ruas calçadas de barro socado.
Ando por ruas de linhas tortas.
Ruas que o fim não vejo.
Ruas que nunca mais andaria. Jurei.
Entro por estacionamentos para passar o tempo.
Dou voltas fingindo a procura de vagas.
Vezes entro, compro um doce.
Se fumasse, compraria um cigarro.
Se não me fizesse sentir mais só:
Cerveja verde. Ou algo com limão.
Vezes dou mais uma volta e sigo por onde entrei.
Eu não tenho nada pra fazer naquele lugar.
Mas quando não tem aonde ir
Qualquer lugar me faz feliz,
O que frequentemente é rotina,
Até o estacionamento do supermercado
É rota final pro meu fim.
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Kaline Rossi
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19:45
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domingo, 6 de julho de 2008
shut up
Há horas que é melhor calar-se e manter-se em silêncio. Os olhos já dizem tudo mesmo.
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Kaline Rossi
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13:00
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segunda-feira, 30 de junho de 2008
Aonde estão?
Onde estão os amores perdidos
Onde estão os amores de verão
Se foram embora de ônibus, catraia, jumbo ou bimotor
Sejam as águas do chão ou do céu que os levam
Se vão e levam um pouco de mim,meu amor
Às vezes me levam sem saber
Às vezes eu nem quero ir e vou sem querer
E quando verão que os olhos que dizem oi
Não têm a mesma cor dos olhos que condenam
Quando não tem ninguém vendo?
Às vezes sem eu saber, vou junto
Vão pedaços de mim que eu cato por parcelas
Prestações baratas de alguém que não sabe ao certo quem os leva
Aos poucos quando eu me permito
Chego sem pedir licença
Pego como meu aquilo que realmente o é: eu.*
*s2
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Kaline Rossi
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17:35
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